Bridging Book – Portuguese project that creates a symbiosis between the book and iPad

Vídeo

Bridging Book is a children’s mixed-media picture-book that blurs the line between printed and electronic books. It consists of a printed book and a digital device, placed side-by-side, with synchronized content. Thumbing through the book’s pages triggers the device to display the complementary digital content. The physical book requires no batteries or wires.

In the current version, the printed illustrations on each page of the physical book are extended into the device screen, offering further interaction. The content can be explored both linearly by reading and thumbing the printed book and/or exploring the interaction on the digital device.

The Bridging Book combines a physical book containing magnets with a touchscreen tablet that incorporates a built-in digital compass. The synchronization between the thumbing of the physical book and the digital content is achieved by placing magnets on the book pages that change the magnetic field strength detected by the digital compass sensor.

This work is funded by FEDER funds through the Operational Competitiveness Factors Program – COMPETE and by National Funds through the FCT – Portuguese Foundation for the Science and the Technology within the Project: PTDC/CCI-COM/119030/2010, EngageBook: touch, read and play.

Contact: engagebook@engagelab.org

Ana Lúcia Pinto, Ana Carina Figueiredo, Pedro Branco, Eduarda Coquet, Ido Iurgel, Nelson Zagalo

EngageBook website ->

via engageLab

Chegou o “Minority Report” aos PC’s

Leap Motion’s not the household name Kinect is, but it should be — the company’s motion-tracking system is more powerful, more accurate, smaller, cheaper, and just more impressive. Leap CTO David Holz came by the Verge’s New York offices to give us a demo of the company’s upcoming product (called The Leap), and suffice to say we’re only begrudgingly returning to our mice and keyboards.

The Leap uses a number of camera sensors to map out a workspace of sorts — it’s a 3D space in which you operate as you normally would, with almost none of the Kinect’s angle and distance restrictions. Currently the Leap uses VGA camera sensors, and the workspace is about three cubic feet; Holz told us that bigger, better sensors are the only thing required to make that number more like thirty feet, or three hundred. Leap’s device tracks all movement inside its force field, and is remarkably accurate, down to 0.01mm. It tracks your fingers individually, and knows the difference between your fingers and the pencil you’re holding between two of them.
Holz showed off a number of different use cases for Leap Motion’s technology. The simplest thing it can do is simulate a touch screen, so you can interact with any display as if it were touch-enabled — we were slicing pineapples in Fruit Ninja in seconds, without a moment of extra development or additional software.

Developers that do take advantage of the Leap’s SDK will be able to do much more, however, and the possibilities appear to be limited only by your imagination. All kinds of different apps are being developed: some could improving remote surgery, others allow easier navigation through complex models and data, and others might put you square in the middle of a first-person shooter. It’s like holding the Mario Kart steering wheel, but on a whole new level.
Rather than mapping particular gestures (cross your arms to close the app, draw a circle to open a new window), Holz said developers are being encouraged to provide constant dynamic feedback. No one needed to be taught what pinch-to-zoom meant — it’s the natural thing to try and do on a touchscreen, and as soon as you start pinching or spreading it becomes clear what happens. That’s the paradigm for the Leap, Holz says: you should always be able to just do something, and the app or device should respond.
Leap Motion’s plans are huge (Holz mentioned a few times wanting to totally upend traditional computing methods) but the company’s playing its cards close. The Leap will cost $70 when it’s released — sometime between December and February — and Leap Motion is also working with OEMs to embed its technology into devices. The Leap is about the size of a USB drive, but Holz says it could easily be no larger than a dime, so adding it to a laptop or tablet shouldn’t be difficult.

Developers are apparently beating down the company’s doors for access to the technology — Holz said thousands of Leaps will be given away in the next few months, before it’s released to the public. That’s no surprise: after only a few minutes of cutting fruit, scrolling around maps and webpages, and navigating through huge 3D spaces, all without ever touching a thing, we’re pretty sure we’ve seen the next big thing in computing.

The natural comparison to any motion control is Minority Report, an imagined future everyone seems to desperately want to come true. We asked Holz about the comparison, and if Leap Motion’s technology meant we’d all have Tom Cruise’s awesome PreCrime dashboard in the future.

“No,” he told us. “It’ll be even better.”

Get Moving by Double Robotics

Sim, isto é realidade!

Mais informações no site da Double Robotics

Não é um iPad não é um iPhone, é um PadFone

A Microsoft aposta num tablet com teclas físicas, mas… isso já existe e chama-se netbook.

A ASUS aposta na integração de 2 devices – tablet e smartphone com a curiosidade que o smartphone "guarda-se" dentro do tablet.

Será que as empresas não percebem que os formatos estão estudados e onde têm que fazer concorrência aos produtos Apple é serem superiores na qualidade, integração e preço dos seus devices? Para quê inventar uma "versão"?

A influência da Apple no design e webdesign

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O título poderá ser um pouco exagerado, ou não…
Actualmente a fusão da comunicação entre as tecnologias de informação e dos pós-PC (termo actualmente muito utilizado pela Apple), é cada vez mais uniforme. Os pós-PC estão na moda, eles são tablets, smartphone, notes, etc. largaram o rato, o teclado físico e agora, ao contrário que acontece nos PC's, o monitor está cheio de dedadas.
Esta nova forma de usabilidade recriou questões ao nível do design, anteriormente acedíamos à Internet exclusivamente através dos PC's e para tal era necessário um rato e um teclado para poder navegar na WWW. Nos últimos 2 anos os pós-PC deixaram de ser uma tecnologia que só alguns tinham acesso, os números dizem que hoje em dia vende-se mais pós-PC que computadores pessoais. A massificação dos pós-PC criou um dilema na comunicação ao nível do design e webdesign, os designers estavam habituados a comunicar de uma forma completamente diferente, mas a interactividade do toque no ecrã com os dedos e não necessitar da famosa "stylus", a não utilização do plugin Flash e a possibilidade de ter uma rotação do ecrã oferecendo duas resoluções completamente diferentes, obriga que os designers reflictam a forma de comunicar/criar nas multi-plataformas.
A Apple que sempre foi fã (através do seu SEO Steve Jobs) do design minimalista nos seus produtos de hardware e software, deu o mote no design e webdesign do caminho a seguir quando criamos nos produtos online. Sim a mão e o dedo são "instrumentos" naturais, no entanto não têm a mesma precisão que uma caneta ou rato, ganhou-se na plasticidade dos movimentos, perdeu-se na precisão. Mas isso não é obrigatoriamente mau, é aí que entram os designers. Os designers vêem, se não vêem deveriam de ver, estas novas formas de interacção como novos desafios e novas "modas" de comunicação dos projectos.
Pessoalmente penso que tudo ficou a ganhar com esta mudança, o design é mais funcional, simples, largou-se finalmente o conceito de "design-aventura" que o utilizador tinha que varrer com o rato quase pixel-por-pixel a procurar se aparecia uma interactividade qualquer subliminar, logo muitas vezes o conteúdo não era visualizado porque olhava-se mais para a forma e esquecia-se a função.
O exemplo do site Suit Up or Die Magazine que é uma revista que se pode ler no ecrã do PC, é um excelente exemplo de um site criado com preocupação de ser visto, usado e abusado também através de pós-PC. O design mais parece de uma App que foi desenvolvida para iPad, mas não, é um site, um simples site mas cheio de forma/função, ou seja, design.

Zooka Wireless Speaker Bar for iPad

E o futuro está aqui tão próximo

Google Project Glass

Mais informação do projecto na página Google +

Publicidade do novo iPad 3 “This Good”

 

Campanha da SAS utiliza e bem as tecnologias de informação

Cada vez é mais importante a integração de todas as ferramentas de comunicação que temos ao nosso dispor, sejam elas offline ou online.
Aqui está uma excelente campanha da companhia aérea SAS.

NAO Next Gen : the new robot of Aldebaran Robotics

NAO Next Gen: Aldebaran Robotics launches a new generation of its humanoid robot
Aldebaran Robotics, the world leader in humanoid robotics, has released its latest version of the NAO robot — NAO Next Gen. The power of NAO Next Gen, the new fully programmable humanoid robot that has the most extensive worldwide use, is opening up new perspectives and fields of application for its users.